quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Saiba como escolher na planta


REUNIMOS OS ITENS ESSENCIAIS PARA GARANTIR O SUCESSO DO SEU INVESTIMENTO
Atualizado em 9 de novembro de 2012 20:51
Adquirir uma propriedade nova é um investimento que pode atingir uma valorização significativa até a entrega das chaves – desde que seja feita a escolha certa. A seguir, os cuidados básicos que devem ter tomados na hora de decidir*.
Procure informações sobre a construtora
A idoneidade das partes é condição essencial para a realização de um bom negócio. Por isso, é altamente recomendável se informar sobre o passado da incorporadora contratada, pesquisar sobre a qualidade de suas entregas (se é tudo igual ao que foi vendido) e conversar com quem conhece os seus imóveis. Empresas com responsabilidade social e que investem nas pessoas também devem ser preferidas.
Conheça o local do imóvel pessoalmente
Visitar o terreno antes de fechar o negócio é fundamental. Só assim é possível observar as características da vizinhança, as condições de trânsito e mobilidade, o fluxo de pessoas, o clima, a cor e o cheiro de seu futuro bairro. A Cyrela mantém pontos de vendas no próprio terreno, com unidades decoradas, desde o começo da construção.
Verifique as possibilidades de customização
Imóveis comprados nesse estágio costumam oferecer algumas opções de plantas, que podem ser totalmente adaptáveis às necessidades individuais dos seus futuros moradores. Menos quartos para uma sala mais ampla, dependências de empregados transformadas em escritório e lavabo – nada disso é impossível quando se compra na planta.
Preste atenção ao memorial descritivo
É nesse documento que você vai encontrar todos os detalhes sobre o imóvel comprado e as áreas comuns do condomínio, incluindo revestimentos e acabamentos. No momento da entrega, não esqueça de levar o memorial para fazer sua vistoria.
Entenda as taxas de financiamento
O índice de correção das prestações mais utilizado pelas incorporadoras durante o período da construção é o INCC – o Índice Nacional de Custo da Construção, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas.
 Após o fim da obra, o índice de reajuste passa a ser o IGP-M, o Índice Geral de Preços, também calculado pela FGV e divulgado ao final de cada ano. Ao IGP-M são acrescidos 12% ao ano, pelo sistema Price – um tipo de financiamento em que as parcelas são iguais, a amortização é declinante e os juros crescentes. Em caso de financiamento bancário, o índice de reajuste passa a ser a TR, ou Taxa Referencial de Juros, que é acrescida de uma taxa de financiamento previamente estabelecida pelo banco contratado.
Avalie bem sua situação financeira
É preciso lembrar que um financiamento imobiliário é uma transação de longo prazo, que talvez possa ser afetada por um imprevisto, como a perda de um emprego ou um caso de doença na família. Além disso, há o reajuste normal das parcelas ao longo dos anos e os gastos com a documentação, que também devem caber no seu orçamento.
Mantenha a transação oficializada
Uma parte desta tarefa é da própria construtora: pela lei no 4.591, de 1964, é obrigatório que as incorporadores registrem em cartório um conjunto de quinze documentos antes de começar um negócio imobiliário. Já no momento da compra, o próprio comprador também pode oficializar o negócio, mediante pagamento de 30% do valor final do registro da escritura. Os outros 70% podem ser pagos no momento da confecção da escritura definitiva.
* Fontes: Estado de S.Paulo, Fórum Imobiliário, Veja, G1

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