quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Grande ABC é a menina dos olhos do mercado imobiliário

Pólo industrial, região bem localizada por estar próxima ao Litoral, e boa infraestrutura de comércio e serviços. Essas são as características que fazem do Grande ABC a primeira opção das incorporadoras e construtoras para fugir da saturação do mercado imobiliário que tomou conta da Capital.

Fatores como esses impulsionaram aumento de 18% na procura por terrenos na região a partir de 2009, segundo dados do Sinduscon- SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo). “O Grande ABC é a mola propulsora da indústria no Brasil e em nada deixa a desejar para a cidade de São Paulo. Por isso, tem sido cada vez mais cobiçado pelos grandes empreendedores”, destaca a diretora regional da entidade, Rosana Carnevalli.

O sucesso, no entanto, resultou na prática da lei da oferta e da procura. Os terrenos estão em falta, e os valores subiram. São Caetano foi uma das que viram o preço do metro quadrado disparar. “O valor, que girava entre R$ 1.000 e R$ 1.500/m² em 2008, é avaliado atualmente em torno de R$ 2.000 à R$ 2.500/m² em bairros como Santa Paula e Barcelona”, explica Rosana.

A novidade é que, como já não há tantos locais vazios à espera de empreendimento, os empresários do setor estão à caça de espaços ocupados. Esse foi o caso de Luis Fernando Paes de Barros, sócioproprietário de uma incorporadora. Na falta de terrenos livres, conseguiu comprar três casas na Alameda São Caetano, no bairro Santa Maria, que darão lugar a um prédio residencial de sete andares, com previsão para ficar pronto em junho de 2012. Serão seis apartamentos por andar, de dois dormitórios (tamanho de 78 m², com preço médio de R$ 270 mil) ou três (tamanho de 91 m², com preço médio de R$ 320 mil). “A área tem 1.100 m². Pagamos R$ 1,2 milhão pelas três casas, mas no total investiremos em torno de R$ 7 milhões”, adianta Luis Fernando.

SOFISTICAÇÃO

Exemplo maior de como o mercado imobiliário está aquecido na região é o Royale Noble Residence, empreendimento fruto de parceria entre MBigucci, Eztec, Lindencorp, PDG Realty e Abyara, que será construído em uma das áreas mais nobres de Santo André, o Jardim Bela Vista. O condomínio-clube, que ainda está em fase de prélançamento e por isso não tem previsão de entrega, terá o Shopping ABC bem ao lado. Em espaço de 27,7 mil m², serão levantados três conjuntos residenciais, mas, como o projeto ainda está em fase de estudo, os detalhes não foram definidos. A certeza é que o primeiro conjunto terá três prédios de 80 apartamentos cada e será lançado ainda neste ano.

Os moradores terão ao alcance as mais variadas opções de lazer de alto padrão, como quadra de tênis, praça zen, fitness center, cinema, churrasqueira, quadra esportiva, brinquedoteca, salão de jogos, salão de festas, SPA, espaço gourmet e piscinas, entre outros.

MORADIAS EM ALTA

Lugar para morar não vai faltar. Segundo dados do Sinduscon- SP, o alvo das construtoras e incorporadoras na região tem sido os prédios residenciais, que registram 80% dos lançamentos, contra 20% dos comercias e industriais. 

Algumas áreas marcadas pela presença de indústrias já começam, inclusive, a despertar o interesse dos grandes empreendedores residenciais, como o Bairro Prosperidade, em São Caetano, e o Bairro Jardim, em Santo André, próximo ao Shopping Grand Plaza, além da Vila Homero Thon. No entanto, a novidade ainda não virou tendência. “São casos pontuais que estão acontecendo, com a intenção de mesclar as características do bairro, mas sem tirar a sua vocação”, explica Rosana.

Mauá aproveita o bom momento

Das setes cidades do Grande ABC, uma delas tem motivos de sobra para desfrutar da procura desenfreada por terrenos. Mauá assiste à demanda por projetos aumentar, consequência da abertura do Trecho Sul do Rodoanel e dos trabalhos de finalização do Complexo Viário Jacu-Pêssego, que valorizaram o município.

Mauá entrou na rota dos mais requisitados nos últimos anos, ao lado de Santo André, São Bernardo e São Caetano. O preço do metro quadrado, que em 2008 estava avaliado em cerca de R$ 120, já não é o mesmo. “A cidade se tornou ponto estratégico para alcançar as principais rodovias do Estado de São Paulo. A procura por terrenos está cada vez maior e o preço hoje gira em torno de R$ 150 e a R$ 500/m²”, destaca Rosana Carnevalli.

A localização privilegiada foi um dos motivos que fizeram o serralheiro Carlos Alberto Elias das Silva, 53 anos, decidir abrir uma loja no município. No entanto, a falta de opções e os valores inflacionados estão atrapalhando. “Procuro um terreno há quatro meses, mas está difícil. Ou não acho ou está muito caro. Já me pediram R$ 1 milhão por 500 m² e R$ 600 mil por outro de 300 m². É um absurdo”, reclama.

Uma das áreas mais cobiçadas é o Parque São Vicente, bairro praticamente colado ao Trecho Sul do Rodoanel e que receberá, até 2012, um complexo habitacional preparado para receber perto de dez condomínios. Há prédios em todas as fases de construção: prontos para entrega, perto da conclusão e ainda em produção inicial.  

Apartamentos em troca de terrenos: lucro mais do que certo 

Na hora de vender um terreno, o que o proprietário mais quer é sair ganhando, e bem. Por isso, apesar de muitas pessoas preferirem dinheiro em mãos, a permuta mais praticada entre os donos do pedaço e as incorporadoras é incluir na transação um ou mais apartamentos do futuro empreendimento.

“A maioria tem optado por estocar imóveis porque poderá revender por preço mais alto. Eu sempre incentivo esse tipo de troca já que é a mais vantajosa. Só é preciso avaliar bem o histórico da empresa, se ela é mesmo confiável, para não cair em golpe”, recomenda Leandro Leal, gerente comercial de consultoria de imóveis.

OUTRA OPÇÃO

Segundo Ricardo Di Folco, diretor de uma incorporadora, há outra opção de barganha. “Geralmente, é comum negociarmos o terreno em troca de apartamentos prontos em outros prédios. Hoje em dia, muitas pessoas estão preferindo negociar dessa forma”.

Há quem prefira fechar negócio com dinheiro no bolso, mas fica para os proprietários de terrenos do Grande ABC a dica de que o mercado imobiliário está aquecido e pronto para ser explorado.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

HSBC lança consórcio para imóveis de até R$ 1 milhão.


O HSBC lança este mês, no dia 14, uma linha de consórcio de imóveis com créditos entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. O produto será exclusivo para correntistas do banco e terá prazo de 192 meses.

A cada mês, segundo o HSBC, serão cinco clientes contemplados, sendo um via sorteio da Loteria Federal e os outros quatro por lance, conforme a disponibilidade financeira do grupo. O consorciado terá direito de usar até 40% do crédito para o pagamento do lance.

A criação de um grupo de consórcio com valores mais elevados visa, conforme nota à imprensa, atender o aumento da demanda dos correntistas do HSBC. "Notamos que vários clientes vinham contratando créditos acima de R$ 500 mil e muitos deles adquiriam mais de uma Carta de Crédito para compor valores maiores", explica Sami Foguel, executivo sênior de Produtos e Segmentos do HSBC.

Além da linha para imóveis de até R$ 1 milhão, o HSBC também oferece produtos com crédito entre R$ 150 mil e R$ 300 mil e entre R$ 350 mil e R$ 700 mil. No final do ano passado, a Caixa Econômica Federal também elevou o limite das cartas de crédito do seu consórcio imobiliário, passando de R$ 300 mil para R$ 700 mil.

Fonte: Imobilinews
Foto: Reprodução
HSBC lança consórcio para imóveis de até R$ 1 milhão.

O HSBC lança este mês, no dia 14, uma linha de consórcio de imóveis com créditos entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. O produto será exclusivo para correntistas do banco e terá prazo de 192 meses.

A cada mês, segundo o HSBC, serão cinco clientes contemplados, sendo um via sorteio da Loteria Federal e os outros quatro por lance, conforme a disponibilidade financeira do grupo. O consorciado terá direito de usar até 40% do crédito para o pagamento do lance.

A criação de um grupo de consórcio com valores mais elevados visa, conforme nota à imprensa, atender o aumento da demanda dos correntistas do HSBC. "Notamos que vários clientes vinham contratando créditos acima de R$ 500 mil e muitos deles adquiriam mais de uma Carta de Crédito para compor valores maiores", explica Sami Foguel, executivo sênior de Produtos e Segmentos do HSBC.

Além da linha para imóveis de até R$ 1 milhão, o HSBC também oferece produtos com crédito entre R$ 150 mil e R$ 300 mil e entre R$ 350 mil e R$ 700 mil. No final do ano passado, a Caixa Econômica Federal também elevou o limite das cartas de crédito do seu consórcio imobiliário, passando de R$ 300 mil para R$ 700 mil.

Fonte: Imobilinews
Foto: Reprodução

domingo, 20 de janeiro de 2013

SP sediará congresso sobre mercado imobiliário em outubro Fonte: Boainformacao.com.br http://www.boainformacao.com.br/2013/01/sp-sediara-congresso-sobre-mercado-imobiliario-em-outubro


A cidade de São Paulo sediará o 17º Conami (Congresso Nacional do Mercado Imobiliário) de 13 a 16 de outubro de 2013.
O evento, no hotel Renaissance, contará com a participação de lideranças e profissionais do setor e é organizado pelo Secovi-SP (sindicato de habitação) e pela Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo).
Segundo Rubens Carmo Elias Filho, presidente da Aabic, o evento, voltado aos profissionais do setor imobiliário, propiciará “uma excelente oportunidade de network”.
Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Secovi-SP, afirma que a intenção é proporcionar conhecimento e experiência aos visitantes, por meio dos estandes de expositores que apresentarão “produtos e serviços de ponta”.
SERVIÇO
Congresso Nacional do Mercado Imobiliário
Quando: De 13 a 16 de outubro de 2013
Onde: Hotel Renaissance: Alameda Santos, 2.233 – São Paulo – SP
Informações: (0/xx/11) 5591-1304 a 1308

Previsão de crescimento do mercado imobiliário acima da economia em 2013

O mercado imobiliário da cidade de São Paulo deve crescer a ritmo superior ao da economia do país em 2013, segundo projeções feitas à Agência Brasil pelo presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes. A previsão é que sejam retomados os lançamentos de apartamentos novos em 5%, taxa maior do que as estimativas dos analistas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) - a soma das riquezas geradas no país - que oscilam entre 3,5% e 4%.
O executivo lembrou que o desempenho vinha seguindo o mesmo compasso da economia. 'Em 2010, tivemos um boom de lançamentos imobiliários que foi proporcional ao desempenho da economia brasileira, que naquele ano cresceu 7,5%. Em 2011, houve pequena diminuição, também em função de o PIB ter sido um pouco menor. E agora, em 2012, foi o ano da acomodação do mercado'.
Os números do setor neste ano ainda não estão fechados mas, segundo o presidente do Secovi-SP, até novembro as vendas cresceram 9%. Os lançamentos recuaram em 20%, nível que o setor considera abaixo do ideal para uma situação confortável.
Os valores cobrados pelos imóveis ficaram, em média, 7,5% a 8% mais altos, mas Bernardes fez questão de observar que essa correção foi proporcional à evolução inflacionária. 'Não acreditamos em alteração nesse modelo', disse.
Para ele, não existe 'bolha' no mercado e os preços estão seguindo a lei da oferta e da procura, amparada pelo acesso ao crédito com prazos mais longos de pagamento e juros menores. 'Não existe espaço para queda de preços ou para a subida muito além do que será o desenvolvimento da economia, este é o cenário para 2013', explicou Bernardes.
Segundo ele, a falta de terrenos disponíveis para novos empreendimentos, bem como as dificuldades na tramitação burocrática, ajudam a encarecer os produtos e criam obstáculos para uma expansão da oferta dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida.
No perfil da clientela prevalece a faixa etária entre 35 e 45 anos, formada por pessoas que estão comprando o seu primeiro imóvel. Muitas dessas pessoas entraram no mercado favorecidos pela melhoria econômica, que permitiu a ascensão da classe C para a B. 'O aumento da renda, aliado às condições de financiamento, fez com que tivéssemos um crescimento moderado, mas acima do crescimento do PIB'.
Além desses consumidores, o setor tem sido impulsionado por aqueles que adquirem os imóveis como opção de investimento, admite o executivo. Na opinião dele, essa é uma modalidade mais segura e rentável diante do declínio das remunerações em aplicações financeiras. 'Estávamos mal acostumados com a rentabilidade alta no mercado financeiro e [agora] os níveis de juros semelhantes aos do resto do mundo, [deslocaram os investimentos] para o setor produtivo', explicou.
De acordo com as previsões divulgadas pelo Sindicato da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP), a construção civil brasileira deve encerrar o ano com crescimento em torno de 4%, abaixo de 2011, quando houve alta de 4,8%, mas acima das previsões para o PIB do país, que pode fechar o ano com taxa de 1%. Para 2013, o setor prevê que o ritmo se mantenha ou caia um pouco (3,5%), em sintonia com o desempenho da economia.
Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que até outubro foram concedidos R$ 66,2 bilhões da caderneta de poupança para a construção e compra de imóveis no país.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Residencial das Oliveiras

Chegou em Osasco a sua oportunidade de conquistar de vez o sonho da casa própria. Conheça o Residencial das Oliveiras.










Aproveite a redução dos juros da Caixa Econômica para financiamento de imóveis e adquira já o seu apartamento. Com o plano do Governo Minha Casa, Minha Vida, ficou ainda mais fácil de você realizar os sonhos de morar em um lugar tranquilo, confortável e com qualidade de vida.

O Residencial das Oliveiras reúne tudo isso em um empreendimento inovador com projeto arrojado e localizado em uma região num dos bairros mais tranquilos de Osasco, próximo a escolas, pronto socorro, delegacia policial e comércio local.

O plano habitacional do Governo Federal financiado pela Caixa Econômica torna-se um grande parceiro e aliado nesta empreitada garantindo preço baixo, facilidade de pagamento e acessibilidade de forma que você possa fazer um plano que não fuja do seu orçamento e com parcelas que cabem no seu bolso.

O Residencial das Oliveiras fica na Rua Aquiles Belline, nª 194, Jd Sto. Antônio, Osasco.

Temos unidades com preços arrasadores a partir de R$ 159.000,00.

Venha nos fazer uma visita no stand de vendas e conheça o Decorado.

Informações ligue para o Consultor Anderson Reis: 11 96883 3418 e tire suas dúvidas.

Dilma Fala Sobre crescimento da Economia em 2013


Presidente visitou obra no interior do Piauí na manhã desta sexta.
Dilma afirmou que quer crescimento com emprego e educação.

Do G1 Piauí e do G1, em Brasília
13 comentários
A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (18), em discurso na cidade de São Julião, no interior do Piauí, que 2013 será um ano de crescimento "sério, sistemático, sustentável" para o Brasil.
"Asseguro para vocês que 2013 será o ano que teremos aquele crescimento sério, sustentável e sistemático. Ou seja, queremos crescer, mas garantindo que não só a economia cresça, mas que também as obras com cimento armado, de estrutura metálica... Queremos que o povo brasileiro cresca, que o emprego cresça. E sobretudo, o compromisso forte do meu governo, eu quero que a educação de qualidade cresça no país", afirmou a presidente.
Dilma disse também que o Brasil vai "colher" em 2013 o que "plantou" em anos anteriores. "2013 vai ser o ano em que nós vamos colher muitas coisas que nós plantamos. E vai ser também o ano em que nós vamos plantar ainda mais do que iremos colher", disse.
A presidente visitou na manhã desta sexta-feira a obra de uma adutora em São Julião, no Piauí. A adutora Piaus, segundo dados do governo, ficará pronta em três meses e deverá levar água para 25 mil pessoas da região.
Durante o discurso, Dilma fez referência à seca que assola cidades do Nordeste brasileiro, uma das mais rigorosas das últimas décadas, e disse que o governo se preocupa em fornecer auxílio, através dos programas assistenciais, para a população dessas áreas.
"Quando começou esse processo de seca, o governo criou o bolsa estiagem e o garantia safra. Já tínhamos o bolsa família. Com esses programas, a gente quer ter certeza que as pessoas não vão passar fome, inclusive vão garantir uma sobrevivência a esse período, porque sabemos que a seca vem e passa. Nós vamos ficar de olho, enquanto houver seca, esses programas vão existir. E queremos garantir que, depois da seca, melhorem as condições de vida das pessoas", afirmou a presidente.
Dilma destacou ainda o potencial econômico da região. Temos que apostar em estrutura pesada de rodovias e ferrovias, empreendimentos industriais, aqui no Piauí. Essa região é a nova fronteira de crescimento do país, assim como o Centro-Oeste foi anos atrás", concluiu Dilma.